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14.09.2012

Como a Targeteria se sente quando [Dia do Cliente Special Edition]

Já que amanhã, dia 15/09, é Dia do Cliente, a gente quis prestar essa singela homenagem bem-humorada aos nossos amados clientes que alegram nossos dias. Mesmo, de verdade.

Então fiquem com o Como a Targeteria se sente quando [Dia do Cliente Special Edition]

…o cliente manda um email de 10 laudas com alterações.

…e depois de refazer o job.

…o cliente manda o briefing incompleto.

…o cliente pergunta o quê a gente acha.

…o presidente da empresa cliente me reconhece na rua.

…o cliente elogia.

…o cliente nos indica pra um job fodástico.

…o job é aprovado.

…o aumento do Fee é aprovado.

Não importa a ação, a nossa reação é sempre bem-humorada!
Um muito obrigado especial aos nossos clientes, que nos permitem esses momentos de diversão/tensão, tudo ao mesmo tempo.

Um Feliz Dia do Cliente!

E um salve especial para nossa inspiração, o Tumblr que mais diverte nossas manhãs (im)produtivas, Como eu me sinto quando.

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19.07.2012

Havaianas: 50 anos, 500.000 fãs (e contando…)

Os chinelos mais famosos do mundo completaram 50 anos em junho, e uma das ações em comemoração foi o lançamento da fan page oficial da marca. Mas como assim a Havaianas não tinha um espaço na casa do Zuck?

Pois é, não tinha. Algumas franquias internacionais já atuavam na rede (Havaianas USA, Europa, Filipinas…), somando mais de 1 milhão e 800 mil fãs, mas a Havaianas Brasil, a legítima, ainda não tinha se rendido.

Demorou? Sim. Mas como dizia aquela velha canção, “demorou mas abalou”.

A fan page foi criada em 04 de junho de 2012 e já ultrapassou os 500 mil fãs. Tudo isso em menos de dois meses.

E no momento em que escrevemos este post, eles contam com 514.335 mil fãs. Não, desculpe, são 514.398. Ops, 514.421…e não para de crescer. Só no tempo em que ficamos online na fan page, foram 25 novos fãs por minuto.

É esperado, claro. Afinal, é a Havaianas, usada por 94 a cada 100 brasileiros, e uma das poucas marcas com adesão de todas as classes sociais. Como diz o slogan, “todo mundo usa”. E como eles reforçam no about da fan page,  ”todo mundo curte”.

Mas nem sempre foi assim.

A marca foi criada em 1962, e desde sempre o investimento em propaganda foi intenso. Eles inventaram o merchandising no Brasil, colocando a Família Trapo (programa da Rede Globo dos anos 60) para usar as sandálias ”que não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras” . E vendiam para todas as classes, a exemplo do que era mostrado no merchan. Da madame ao mordomo, todo mundo usava.

Mas na década de 80 eles começaram a amargar uma crise de imagem no produto, e a durabilidade da sandália era um obstáculo. Vendida na sua maioria para as classes populares, os chinelos duravam anos, e portanto, não eram repostos pelos consumidores. Não precisa ser nenhum gênio do varejo pra entender que as vendas iriam estagnar.

Não só estagnaram como caíram drasticamente. Apenas 60 milhões de pares foram vendidos em 1988, contra 80 milhões do ano anterior. A marca então parou tudo para prestar atenção no comportamento desse consumidor e entender o que estava acontecendo.

Só que o processo é um pouco mais demorado quando se trata de uma marca do tamanho das Havaianas, e a mudança de posicionamento só foi concluída depois de anos de pesquisa. Eles passaram o final da década de 80 e o começo de 90 estudando cada aspecto ligado ao consumidor e como ele usa a Havaianas, até chegar na grande virada:

A comunicação mudou, e o consumidor passou a ser a chave do sucesso. A propaganda vende agora a experiência de uso, para todas as classes, e não mais os atributos de produto. A Havaianas faz você se identificar com aquela situação, seja você a tia da limpeza ou o Eike Batista. Duvida? Então olha de novo o comercial da TPM, com o Rodrigo Lombardi, e me diz se a questão não é global?

Sendo a marca mundial que é, ela não poderia entrar nas mídias sociais de qualquer jeito. Começou pelos mercados mais consolidados na rede (USA e Europa), para testar sua força e seu conteúdo. E agora em casa entra de sola para ser uma das maiores marcas no Facebook. Ou melhor, já é.  Parece que a estratégia deu certo pela segunda vez.

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18.06.2012

As regras da história de acordo com a Pixar

Que a Pixar é a maior contadora de histórias do século XXI, isso ninguém duvida. Depois de Walt Disney, a equipe que Steve Jobs montou conseguiu trazer a animação de volta ao topo, com emoção, criatividade e tudo aquilo que a gente ama nos desenhos. E o melhor, com a Pixar, desenho virou coisa de gente grande.

Tanto é de gente grande, que aproveitamos muito mais do que os momentos de diversão proporcionados. A gente estuda e aprende com a Pixar. Cada filme dos caras é uma aula de storytelling, ferramenta de marketing que na última década se tornou obrigatória em qualquer estratégia bem sucedida. É a hora de pensar: como eu vou contar essa história?

“Mas de que história estamos falando, se eu nem trabalho com cinema?” Não, caro leitor, a história é a história da sua marca, do seu produto, do seu serviço. Já pensou em como contar a sua história?

Em tempos de mídias sociais, o storytelling é o melhor amigo do planejador digital, é o que te leva a pensar em como falar, que momento abordar, como responder ao feedback do público, o que esperar do consumidor, e por aí vai.

storyboard artist Emma Coats, da Pixar, publicou em seu twitter alguns drops de como montar uma boa história. Isso virou post no blog de David A.Price, autor do livro The Pixar Touch. Até que o Fábio Yabu, do blog YabloG!, traduziu para o português e foi assim que a gente achou essa pérola.

As regras da história de acordo com a Pixar 

1. Você admira um personagem mais pelas tentativas dele do que pelos seus sucessos.

2. Você precisa ter em mente aquilo que é interessante para você como público, não aquilo que o diverte como escritor. São coisas BEM diferentes.

3. Tentar escrever sobre um tema é importante, mas você só vai saber do que a história realmente trata quando chegar ao final dela. Agora, reescreva.

4. Era uma vez ___. Todo dia, ___. Um dia, ___. Por causa disso, ___. Por causa daquilo, ___. Até que, finalmente ___.

5. Simplifique. Foque. Junte personagens. Pule os desvios. Vai parecer que você está perdendo algo valioso, mas isso vai te libertar.

6. No que seus personagens são bons? Jogue-os na direção oposta. Desafie-os. Como eles reagem?

7. Crie o final antes de escrever o meio. Sério. Finais são difíceis, deixe o seu funcionando desde já.

8. Quando terminar sua história, entregue-a ainda que não esteja perfeita. Num mundo ideal ela estaria, mas siga em frente. Faça melhor da próxima vez.

9. Quando você estiver bloqueado, faça uma lista do que NÃO aconteceria a seguir. Muitas vezes o material para te desbloquear vai aparecer.

10. Lembre das histórias que você gosta. O que gosta nelas é parte do que você é; e você precisa reconhecer isso antes de usar.

11. Colocar no papel te ajuda a executar. Se a ideia perfeita ficar só na sua cabeça, você nunca vai poder compartilhá-la com ninguém.

12. Descarte a primeira coisa que te vier à mente. E a segunda, a terceira, a quarta, a quinta… tire o óbvio do caminho. Surpreenda-se.

13. Dê opiniões aos seus personagens. Passível e maleável pode parecer agradável conforme você escreve, mas é veneno para o público.

14. Por que você precisa contar ESTA história? Qual a crença queimando dentro de você que mantém a história acesa? Esse é o coração dela.

15. Se você fosse seu personagem, nessa situação, como você se sentiria? Honestidade empresta credibilidade a situações inacreditáveis.

16. O que está em jogo? Dê-nos uma razão para torcer pelos personagens. O que acontece se ele não conseguirem? Dificulte a vida deles.

17. Nenhum trabalho é desperdiçado. Se não está funcionando, desencane e siga em frente, até que ele volte e seja útil mais tarde.

18. Você precisa se conhecer, saber a diferença entre dar o seu melhor e encher linguiça. Uma história é feita de tentativas, não refinamentos.

19. Coincidências que colocam os personagens em apuros são ótimas, coincidências que os tiram delas são trapaça.

20. Exercite-se: pegue os blocos que constróem filmes que você odeia. Como você os montaria de forma que você AMASSE?

21. Você precisa se identificar com as suas situações/personagens, não apenas escrever coisas legais. O que faria você agir da mesma maneira que eles?

22. Qual é a essência da sua história? A maneira mais econômica de contá-la? Se você souber isso, pode partir daí em diante.

 

Para pensar e colocar em ação.

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12.06.2012

Haters gonna hate. Ou Feliz Dia dos Namorados!

Inspirados nessa imagem que o Comunicadores compartilhou hoje de manhã, quisemos escrever sobre o amor, em comemoração ao tão celebrado/esperado/odiado/comentado Dia dos Namorados em terras tupiniquins.

Mas este não é um texto romântico. Veja bem, falamos em amor. E uma coisa não tem, necessariamente, a ver com a outra. No caso, falamos aqui daquele tipo de amor que anda faltando no mundo, ou daquele que anda sobrando (?).

A gente explica: você já ouviu/leu a frase “Haters gonna hate. Lovers gonna love”?

É como a coisas funcionam nas mídias sociais. Sem meio-termo, ama ou odeia. É isso que a gente mais vê nos compartilhamentos, curtis e afins da vida no Facebook, Twitter, Tumblr e tudo mais. Será que não existe mais o “eu até que gosto”, ou o “conheço uma música deles e danço na balada”? Ou ainda o “não gostei desse molho, mas o outro sabor até que é bom”?

Não, a regra de ouro é Ame-o ou Deixe-o. Para produtos e pessoas.

Se você não gosta de uma coisa, você odeia. E consequentemente odeia quem gosta dessa outra coisa. E essa outra pessoa vai odiar você por causa disso. É cíclico.

E no meio de tudo isso tem o “curtiu” pra dar uma amenizada. Mas parece que não vem resolvendo muito, dados os incansáveis pedidos pelo botão “Unlike”.

Esse “curtir” inventado pelo Zuckerberg tem seu lado curioso. No Brasil, o termo pegou geral e voltou a fazer parte do nosso vocabulário, curtiu?

Nos países de língua inglesa o like tem sentido dúbio. Gostei? Adorei? Quero pra sempre? Todas as anteriores?

No francês, pior ainda. J’aime, do verbo Aimer, o mais FDP da história da linguística. Ele ama, gosta, curte, simpatiza, ou só prefere. É o “só que não” do amor. Se um francês chega e te diz “Je t’aime”, pode soar a coisa mais linda do mundo, mas pode querer dizer só “te curto pacas, saca?”.

E são exatamente essas adoráveis sutilezas que parecem ter se perdido nas mídias sociais. Aqui jaz o meio-termo.

Como a imagem acima ilustra, a gente precisa de uma revolução do amor/no amor. Uma revolução nas entre-linhas, em meias-palavras…mas baixinho para não chamar a atenção dos haters. Quem topa?

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12.06.2012

10 coisas que aprendemos com o E.T.

O E.T. mais famoso do cinema completou 30 anos de existência na última segunda-feira. O filme E.T.- O Extraterrestre, de Steven Spielberg, foi lançado no dia 11 de junho de 1982, e foi o responsável por uma mudança definitiva na forma como vemos a vida fora da terra. Também mexeu com conceitos no cinema até então imutáveis, como a visão de vilão que os ETs sempre tiveram, e de que filmes infantis não podem ser geniais.

Dada a importância da pauta histórica, a gente listou 10 coisas que aprendemos com o E.T. e com o Steven Spielberg. Coisas que marcaram a geração de 80, de quem foi criança na década das loucas aventuras da Sessão da Tarde.

1. E.T.s podem ser legais e não necessariamente assustadores.

2. O Serviço Secreto Americano pode ser assustador, e não necessariamente legal como os filmes anti-URSS nos faziam acreditar.

3. Seu pai tem coração e você descobriu isso quando ele coçou o olho no cinema depois que o E.T. foi embora.

4. Crianças-prodígio são futuros adultos-problema. Vide Drew Barrymore.

5. Irmãzinhas não são confiáveis. Em algum momento ela vai te entregar para os teus pais.

6. E.T.s usam telefones para se comunicar, e não telepatia. Defina decepção.

7. Bicicletas com cestinha podem voar, cruzando o por-do-sol e a lua-cheia em minutos. Nunca tentou?

8. Um lençol na cara como fantasia de fantasma funciona sempre. Pra tudo, até pra disfarçar extra-terrestres.

9. Existem Oscar para prêmios técnicos, como Melhores Efeitos Especiais e Efeitos Sonoros. Você sabia disso antes do Oscar de 83?

10. A memória afetiva infantil é poderosa, e vem trabalhando para o marketing há bem mais de 30 anos. Mas foi mais ou menos ali com o E.T. que isso passou a ser ferramenta. Quer ver? DUVIDO você não se emocionar com essa trilha. Isso é marketing trabalhando direto na suas mais tenras lembranças do sofá de casa e gosto de chocolate quente. E dá licença que eu vou lá comprar um blu-ray da edição especial de aniversário do E.T. enquanto vocês vêem aí o vídeo.

(Foto: AllMovie Photo)

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25.05.2012

Hoje é dia de NERD, bebê!

Dia do Orgulho Nerd, Dia da Toalha e Star Wars Day. Todos eles comemorados hoje, 25 de maio.

E você se pergunta: o que eu tenho a ver com isso? Oras, tudo. Não precisa ser físico nuclear e nem fazer parte do elenco de The Big Bang Theory pra ser nerd.

Quer coisa mais nerd do que trabalhar com internet? Fazer um negócio que se quer existia há alguns anos atrás, e que você não consegue de jeito nenhum explicar para a sua família? Seus amigos, aqueles que cresceram com você e optaram por profissões mais “normais”, não conseguem entender como você ganha dinheiro fazendo blogs e postando no Facebook? Seus pais continuam espiando seu computador achando que você está jogando ou tuitando bobagens, enquanto você faz uma análise da concorrência em entretenimento?
É, meu amigo, você é nerd. Todos somos e todos precisamos ser, pelo menos um pouco, para trabalhar nesse mundinho da internê.

E é um orgulho ser nerd! Entender e resolver coisas que a maior parte da população nem imagina como se faz. Organizar a sua vida em apps e depender do seu smartphone pra tudo. Rir às gargalhadas de memes que aquele seu tio engraçadão nunca sonhou em contar como piada no churrasco de domingo. (A exceção é a Luísa, que voltou do Canadá).

Mas o mais bacana é fazer parte de uma revolução na forma como as pessoas se comunicam. Logo eles, os nerds, aqueles que mal falam em público de tanta vergonha (ou simplesmente falta de habilidade), mudaram para sempre a comunicação. O Facebook é um dos maiores exemplos disso, e a história dele todo mundo já conhece. O que nem todo mundo se dá conta é da série de mudanças que ele foi impondo aos poucos e incorporamos nas nossas vidas, coisas que já são parte do modus operandi dessa nova geração. Os Y acham que falar ao telefone é coisa de velho e só usam email para cadastros. Viu a revolução? E você se achava moderno com sua conta @hotmail.

Há uma década se dizia que os nerds iam dominar o mundo. O que nunca se imaginou  é que seria justo na esfera social.

As coisas mudam, ainda bem.

PS: Quer saber mais sobre o Dia da Toalha? O You Pix tem um post bacana explicando tudo.

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10.05.2012

Digital first. Ou o que fazer para unir audiência ao conteúdo de qualidade.

Não foi a gente que disse, foi o Piers Jones, gerente de produtos para plataformas digitais e redes sociais do The Guardian, durante palestra no ProXXIma esta semana: “Quando recebemos uma notícia ou informação importante, não existe mais a dúvida de colocá-la na internet ou de guardá-la para o papel. O digital sempre vem à frente”.

E você ainda aí segurando informação? Achando que vai perder venda se antecipar no Facebook o lançamento de produtos? Com medo da concorrência roubar sua exclusividade?
Desencana.
Os melhores do mundo já estão fazendo isso e não parecem estar perdendo força. Conteúdo aberto, democrático e colaborativo é uma das chaves. A outra é a integração do on e do offline. Se sua empresa tem uma cultura off muito forte, comece a sincronizar os movimentos até sentir que o digital está integrado. Logo você vai notar que ele ganhou uma proporção nos negócios que não tem mais volta, e o digital first será mais óbvio.

Mas nunca deixe as plataformas online para depois. NUNCA mesmo. Não comunique “quando der” nas mídias sociais, elas são o primeiro lugar em que os clientes vão buscar informações. E se não encontram…aí eles que desencanam da sua marca.

Essa comunicação ágil e sincronizada é um dos grandes feitos do The Guardian, e um baita exemplo para o jornalismo moderno. Exemplo esse que eles conseguiram traduzir em uma propaganda genial que mostra um pouco do potencial de uma notícia bem comunicada. E se a história dos três porquinhos acontecesse hoje? Já viu esse vídeo? Não?! Então clica aí:

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18.04.2012

Quer engajamento dos seus colaboradores? Libera o Facebook!

Uma das coisas mais contraditórias da internet é o uso corporativo das mídias sociais. As empresas preocupam-se em criar páginas bacanas, com conteúdo interessante e tudo mais, mas esquecem de um ponto muito importante para o sucesso da sua estratégia: o público interno.

Colaboradores, de todos os setores, são consumidores beta dos produtos, e potenciais influenciadores, mesmo que apenas entre sua rede particular. E isso nas mídias sociais, meus amigos, já é muito.

E nem vamos comentar sobre possíveis danos de não acompanhar seus colaboradores na rede…falar mal do chefe e dos produtos da empresa é passível de demissão, mas muita gente esquece disse e sai xingando muito no Twitter. Como dizia aquele velho ditado, melhor prevenir do que remediar. Você não precisa demitir um funcionário, alguém em quem você investiu com treinamento e muito mais, porque ele criou um meme com o seu rosto. Traga esse cara para trabalhar com você na divulgação da empresa, libere o Facebook pra ele curtir sua página e acompanhar o que sua marca fala na rede. Crie grupos privados apenas para colaboradores, engaje essas pessoas.

Sim, no horário de trabalho. Ou você acha que ele vai entrar na fan page da empresa após o expediente, curtir e compartilhar tudo, bem feliz? Não, é claro que não. Esse comportamento existe, mas não é o da maioria. E o que você precisa nas redes? De maiorias, então não tome como exemplo as exceções.

A revista Você S.A. publicou esse mês um estudo sobre o uso corporativo das mídias sociais. O texto mostra que a satisfação no trabalho pode estar associada ao nível de acesso às redes pelos funcionários. E funcionário motivado todo mundo quer, não é mesmo? Então dá uma lida aqui:

http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/uso-corporativo-redes-sociais-681322.shtml

Se 70% das empresas mundiais admitem fazer uso das novas plataformas de mídia, não é contraditório que a maioria delas ainda dê acesso restrito no ambiente de trabalho aos mesmos espaços? Pense nisso.

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11.04.2012

Dia de estreia

Todo artista diz que o dia da estreia é tenso, mesmo se você faz isso por 50 anos. Na real, a primeira vez é sempre nervosa em qualquer ocasião, para qualquer pessoa, e vem acompanhada de incertezas. E inerente a elas, alguns erros e acertos.
É com esse frio na barriga da primeira tentativa que a gente coloca no ar o site da Targeteria.

Depois de meses publicando vários trabalhos de clientes (Você pode conhecer acessando os Cases), a gente olhou melhor pra dentro, criou vergonha na cara, e inaugurou o nosso próprio site e o blog. Um blog para chamar de nosso, cheio de conteúdo de comunicação, design e tecnologia, com a cara da Targeteria.

E por aqui também é claro que teremos erros e acertos. Nem sempre nossas previsões para o futuro das mídias sociais irão se concretizar, mas a gente também pode acertar em sugerir um novo designer para você ficar de olho, ou um novo app salvador da pátria para iOS ou Android. Vale a tentativa.
Como dizia um colega, estamos “always in beta”. Ou seja, constantemente em processo de aperfeiçoamento.
Por isso a gente convida vocês para que acompanhem essa evolução. Entrem no blog e deixem seus comentários, concordem ou discordem, mas principalmente, participem.
E sejam bem-vindos!

Foto: gametipsntricks.com

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